Um passatempo interessante para partilhar!
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Terça-feira, Maio 08, 2012
Terça-feira, Abril 17, 2012
Com amor se paga o que não tem preço
Foi há uns meses que enviámos uma breve história sobre o meu pai e as suas acções de voluntariado como candidatura ao programa Portugueses extraordinários. Não disseram nada portanto percebemos que não foi seleccionado. Entretanto uma amiga que trabalha em televisão tinha uma amiga que andava à procura de histórias extraordinárias com portugueses anónimos e perguntou-lhe se conhecia alguém. Ela de imediato se lembrou e mostrou-lhe o texto sobre o meu pai. A Verónica achou que daria uma boa surpresa e contactou-me para começarmos a planear as coisas. Como em televisão tudo acontece muito depressa, foi só falar com alguns rapazes que tinham feito o programa no Desafio Jovem, na vida dos quais o meu pai teve um papel importante, ajudando-os no seu percurso de mudança de vida e voilá: testemunho, entrevista aos filhos e música gravada em estúdio. Na 6ª feira à tarde percorremos Lisboa à procura de um bom spot para gravarmos a VT (a chuva dificultou bastante as coisas, acabámos por gravar dentro de um bar nas docas). No Sábado fomos ao estúdio gravar a música (fomos elogiados, o que muito me alegrou visto que apesar de achar que até canto bem, sou tímida em público e sinto sempre que a minha voz treme). No Domingo foi o grande dia: dia de levar o meu pai aos estúdios em Alcochete, a pretexto de ir fazer figuração para um programa de TV, às 9h da noite. Nós chegámos às 16h, foi maquilhagem, guarda roupa, ensaio, lanche, jantar, enfim... tivemos direito a tudo e adorei! Só que, como já disse a várias pessoas, acho que não dava para esta vida. O nosso camarim era o mais animado (era o que dizia o pessoal da produção quando lá passava... ou então era para ver se nos calávamos!). No meio disto tudo, e apesar da melhor coisa foi ter visto a cara de surpresa do meu pai quando nós entrámos em estúdio a cantar, foi conhecer pessoas que são igualmente ou ainda mais extraordinárias! Coragem, luta e ânimo caracterizam estas pessoas que fizeram algo que as destaca na vida de outras. Próximo Sábado, dia 21, às 22h15 na RTP1.
Quinta-feira, Março 22, 2012
Sábado, Março 10, 2012
Em viagem... de trabalho!
Hoje é o último dia do I Congresso internacional da parentalidade e logo logo já estarei de volta à minha cidade. Neste último ano já é a 3ª vez que venho ao Porto, mas nunca dá para passear e conhecer melhor a cidade visto que só fico mesmo nos dias dos congressos. Os meus anfitreões têm sido a Diana e o Marco (com a Beatriz e a Inês), uma família fantástica que com tanto carinho me tem dado dormida (e muito muito mais). São já 6 as noites em que cá fiquei, portanto 6 em que os meus rapazes em Lisboa se aguentam (e muito bem) sozinhos sem a mamã!
Quanto ao congresso, está a ser muito interessante, o nível científico é excelente, com comunicações muito boas! Embora sejam 99% psicólogas (homens há 6 segundo um dos oradores comentou ontem), também chamaram a sociologia para a discussão sobre a parentalidade, esse desafio cada vez maior! Ao ouvir tantos experts na matéria, remeto o meu pensamento para as minhas práticas educativas e parentais, e não tanto para a investigação que estou a concluir... isto de ser mãe/ pai leva-nos a questionarmo-nos tantas vezes e quando ouvimos cientistas sobre o assunto, vemos que afinal não somos assim tão maus pais!
Não sei se será preciso inventarem-se novos pais, mas que nos temos que reinventar todos os dias, isso sim!
Quanto ao congresso, está a ser muito interessante, o nível científico é excelente, com comunicações muito boas! Embora sejam 99% psicólogas (homens há 6 segundo um dos oradores comentou ontem), também chamaram a sociologia para a discussão sobre a parentalidade, esse desafio cada vez maior! Ao ouvir tantos experts na matéria, remeto o meu pensamento para as minhas práticas educativas e parentais, e não tanto para a investigação que estou a concluir... isto de ser mãe/ pai leva-nos a questionarmo-nos tantas vezes e quando ouvimos cientistas sobre o assunto, vemos que afinal não somos assim tão maus pais!
Não sei se será preciso inventarem-se novos pais, mas que nos temos que reinventar todos os dias, isso sim!
Segunda-feira, Março 05, 2012
7: número perfeito!

Hoje celebramos 7 anos do nosso casamento. Uma data que nos traz muitas memórias divertidas daquele dia mas sobretudo que nos lembra da graça de Deus sobre as nossas vidas, logo, do nosso casamento! No namoro as coisas nem sempre correram bem, mudámos muito, Deus partiu muita pedra como se costuma dizer (e ainda tem muita para partir), já não somos diamantes em bruto mas ainda temos muito por lapidar. Agradecemos-lhe pelo amor que colocou em nós e pelo compromisso que assumimos há 7 anos atrás. Hoje estamos mais ricos, e esperamos nos próximos ficar ainda mais (se Deus nos conceder esse privilégio).
Há um ano atrás foi a vez do meu mano do meio, e agora eles também vão ficar mais ricos (em Agosto vou ser tia de sangue... do coração já sou de vários sobrinhos (as)).
Deus nos continue a moldar, aperfeiçoar para sermos melhor um para o outro e seguirmos o modelo de família que Deus quer!
Sexta-feira, Fevereiro 24, 2012
Almeida de nome e não só...
Quem me conhece bem sabe que tenho uma tendência para encontrar coisas boas no lixo, que é como quem diz ao lado dos contentores, ou no el contentor como diz uma amiga. Isto dito assim parece um bocado mau mas a verdade é que os meus olhos caem sempre em coisas mesmo boas, por vezes até novas, que alguém deixa ao lado dos contentores com certeza para alguém (como eu) aproveitar. Sei que algumas pessoas acham isto horrível, se calhar até nojento, mas é o que menos me importa. Costumo dizer: "Se estivesse uma nota de 100€ ao lado do contentor não apanhavam?" Algumas destas coisas custam isso novas. Graças aos meus achados casuais e espectaculares, o Isaac tem dois brinquedos que de outra maneira não teria porque acho um exagero dar os tais 100€ por cada um (é o preço nas lojas). Já encontrei triciclos, tabelas de basquete para crianças, motas, ovos para carrinhos, roupa até com etiqueta, mesas para crianças, cadeiras alta de comida, aranhas para bebés, alcofas, cadeiras pequenas, cozinhas de brincar... não tenho culpa né? Acho que saio muito ao meu pai, porque ele sempre foi assim, e apesar de guardar coisas que eu provavelmente no guardaria porque não acho necessárias (como tábuas para fazer prateleiras), ganhei este hábito (sim, já se tornou num) com ele. Interessante é o facto de muitas vezes encontrar coisas em sítios por onde raramente passo, e logo no dia em que lá passei estava à minha espera. Sei que tenho amigos que pensam como eu, se está bom porque não trazer e ficar com isso se precisamos ou dar a alguém que precisa? Há que reutilizar aquilo que outros deitam fora por não saberem a quem dar ou porque nem sequer pensam nisso, deitam fora e pronto! Fico mesmo feliz quando alguém usa algo que encontrei e lhe dá tanto valor... e pensar que aquilo iria parar ao camião de recolha de lixo "arrepia". O mais engraçado é que não moramos numa zona considerada de pessoas com muitas posses, mas aqui toda a gente deita tudo fora, é de mais! Já tenho amigos que me perguntam onde é que é o meu lixo. Pelos vistos não sou só Almeida de nome... ehehe
Quarta-feira, Janeiro 25, 2012
Ontem cheguei a casa (sim, porque trabalhei fora de casa - coisa rara) muito cansada mas feliz. Satisfeita comigo própria, muito grata a Deus e com a certeza (uma vez mais confirmada) de que quando nos esforçamos, trabalhamos arduamente, somos recompensados. Foi o dia de discutir o meu texto (que é como quem diz uma parte da minha tese de doutoramento) entre os meus colegas e a minha orientadora. Soube tão bem ouvir: "Vê-se que está aqui muito trabalho, e muita leitura... em 30 páginas tem imensas referências bibliográficas. Isto é um avanço significativo!" Deus sabe o que me tenho esforçado, e o trabalho que isto tem dado (o facto de não ser originalmente de sociologia complica a questão - acho que já tinha dito isto anteriormente). Os colegas gostaram, fizeram algumas críticas, comentários, sugestões, que vão com certeza enriquecer o texto, e por consequência a tese.
Agora é continuar a reescrever, aperfeiçoar, apagar, pensar, inspirar... e até Agosto entregar!
Agora é continuar a reescrever, aperfeiçoar, apagar, pensar, inspirar... e até Agosto entregar!
Publicada por
Marta
em
Quarta-feira, Janeiro 25, 2012
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